domingo, 11 de maio de 2014

10 bibliotecários que mudaram a história


1.Melvil Dewey: 
Criador do Sistema Decimal de Dewey, Melvil Dewey nasceu em Nova Iorque em 1851. Enquanto estudante do Amherst College, teve que trabalhar na biblioteca escolar para custear suas despesas. Acabou por permanecer como bibliotecário após a graduação. Depois de experimentar diferentes métodos de catalogação e organização para bibliotecas, o Amherst College publicou sua obra “A Classification and Subject Index for Cataloguing and Arranging the Books and Pamphlets of a Library” (Classificação e índice de assuntos para catalogar e organizar os livros e folhetos da biblioteca). Dewey é conhecido como “O pai da biblioteconomia moderna” e ajudou até mesmo a criar a Associação de Bibliotecas Americanas (ALA) em 1876. 

2.São Lourenço de Roma: 
Ele é um dos santos padroeiros dos bibliotecários, São Lourenço foi um diácono católico morto pelos romanos em 258 d. C. por negar-se a entregar a coleção de tesouros e documentos do cristianismo os quais ele estava encarregado de guardar. 

3.Mao Tse-tung: 
O homem responsável pela unificação da China durante as décadas de 1940 e 1950, quando foi formada a República Popular da China, era um bibliotecário. Em 1918, Mao era um jovem que viveu como um assistente de biblioteca na Universidade de Pequim. O bibliotecário chefe daquela universidade onde Mao trabalhava era marxista e teve êxito em arrastar Mao para o comunismo. 

4.Giacomo Casanova: 
O infame espião, escritor, diplomata e amante nasceu em Veneza durante a primeira metade do século 18. Apesar de ter sido um seminarista na Universidade de Pádua e no Seminário de São Cipriano, Casanova é bem conhecido por ter sido um beberrão e por seus casos escandalosos com diversas mulheres. Passou seus últimos dias trabalhando como bibliotecário em Dux, na República Checa. 

5.Papa Pio XI ou Achille Ratti: 
Serviu a Igreja entre 1929-1939. Durante seu pontificado estabeleceu a Festa de Cristo Rei do Universo, além de ter pregado contra a injustiça social e as práticas de corrupção financeira. Antes de ter sido eleito, Ratti era um acadêmico e um bibliotecário. No Vaticano enquanto papa ficou conhecido por reorganizar os arquivos secretos. 

6.David Hume: 
Teve grande contribuição para a filosofia e a economia no século 18. Escreveu obras importantes como Diálogos sobre a Religião Natural e o Tratado sobre a Natureza Humana. Era anti-mercantilista e, de acordo com a The New School, Hume “também era um dos maiores articuladores da Teoria Quantitativa e da neutralidade da moeda”. Em 1752, Hume tornou-se um bibliotecário na Advocate’s Library em Edimburgo, onde escreveu sua famosa História da Inglaterra. 

7.Lewis Carroll: 
O autor de Alice no País das Maravilhas, seu nome verdadeiro era Charles Lutwidge Dodgson. Dodgson cresceu em Cheshire e Yorkshire, na Inglaterra. Após graduar-se em matemática em Oxford, tornou-se o bibliotecário auxiliar da Christ Church. Deixou este cargo em 1857 para tornar-se um conferencista de matemática. Dodgson contou a história de Alice pela primeira vez para as três filhas do Deão da Christ Church em 1862. O livro foi então publicado três anos depois e continua sendo um clássico até os dias de hoje. 

8.Laura Bush: 
A ex-primeira dama conseguiu seu mestrado em Ciências bibliotecárias na Universidade do Texas em Austin depois de uma experiência como professora de primário. Como primeira dama do Texas, ela apoiou a campanha de George W. Bush e iniciou seus próprios projetos envolvendo educação e alfabetização. Quando seu marido tornou-se presidente dos Estados Unidos, Laura apoiou iniciativas de formação de bibliotecários e visitou diversas bibliotecas pelo mundo. 

9.Marcel Proust: 
Conhecido como um aclamado, crítico e obscuro romancista, Proust decidiu certa vez ir à escola para se tornar um bibliotecário. O escritor francês nasceu em 1871 e sua obra mais famosa Em busca do tempo perdido, continua a ser estudada nos dias de hoje. 

10.Jacob Grimm: 
Os contos de fadas dos Grimm forma publicados pela primeira vez em 1812. Ainda hoje, as histórias de “João e Maria”, “Cinderela” e “A Branca de Neve” continuam sendo clássicos constantemente reinventados como peças teatrais, filmes da Disney e muito mais. Jacob Grimm trabalhou como bibliotecário em Kasel, após graduar-se em direito. Durante este período, Jacob e seu irmão Wilhelm reuniram contos folclóricos alemães que tratavam de cidadãos ansiosos que pretendiam unificar seus reinos tendo como base a cultura comum. 

Fonte: Online Best Colleges

Por: Nágila Lana





Dica de Evento

Editora da UFAM promove 'Feira Promocional' entre 19 e 30 de maio.
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A Edua oferece, entre os dias 19 e 30 de maio, aos integrantes da comunidade acadêmica da UFAM a oportunidade comprar títulos lançados pela Editora a preços promocionais. O atendimento será realizado das 8 às 18h, na Livraria Universitária (Lua), em frente ao lanche do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) – setor Norte do Campus Universitário.
Mais informações pelo telefone: (92) 3305-4503
Livraria Lua - Editora Edua


Por: Nágila Lana

domingo, 30 de março de 2014

Dica de blog

DANIEL BOVOLENTO. Aí um cara que gostaria de conhecer, além de escrever muito bem é muito bonito. Mas, não vamos falar de Daniel Bovolento pessoa e sim do Daniel blogueiro, seus textos são uns dos mais bonitos e encantadores. Ele tem todo um jeito de escrever que prende o leitor por horas e nos faz refletir bastante.  Seus textos são bem estruturados de fácil compreensão e sempre tem um bom fundo musical que torna tudo mais bonito. Quando leio seus textos tenho a impressão de que Daniel me conhece e está me dando conselhos. Acompanho sempre seu blog. Segue o link para vocês se encantarem com este belo blog e blogueiro. http://entretodasascoisas.com.br/


Por: Nágila Lana

segunda-feira, 17 de março de 2014

Hannibal - O Canibal

Famoso mundialmente por ter gostos alimentícios estranhos, Hannibal Lecter é considerado o psicopata mais inteligente da literatura policial. Seu “pai”, Thomas Harris pensou em cada detalhe ao escrever e descrever a vida que o canibal levou em três obras, respectivamente: Dragão vermelho; O silêncio dos inocentes e Hannibal e, que logo viraram longas metragens, incluindo Hannibal, a Origem do Mal vistas por gerações.
Hannibal Lecter perdeu os pais, a irmã e a vida que tinha durante um conflito ocorrido na segunda guerra mundial. Ele tinha contato muito próximo com sua irmã mais nova, Mischa e, quando seus pais morreram, ambos tornaram-se reféns dos soldados inimigos. Desde essa época Mischa nunca foi encontrada, apenas seus dentes em uma fossa perto de sua residência. Acredita-se que ela foi comida pelos soldados, tendo Hannibal presenciado tudo. Supõe-se que por conta disso Hannibal adquiriu o hábito do consumo humano.
A ordem sequencial dos livros não importa muito porque a linguagem é simples mas inteligente, ou seja, o leitor não fica “perdido no meio do caminho” . Thomas Harris - ou talvez Hannibal Lecter - prendem o leitor nas estórias que não há possibilidade de ter ódio ou raiva de Hannibal ou indignação, apesar de todos os seus crimes atrozes.
A trilogia Hannibal é uma recomendação minha para todos os que buscam uma estória de tirar o fôlego com ação, suspense e um final impressionante. Desafio-te a entender a mente deste homem enquanto estiver lendo e depois comente aqui o resultado desta experiência macabra. 

Por: Hanna Coelho

quinta-feira, 13 de março de 2014

Sidney é um gênio!

Sidney Schechtel vulgo Sidney Sheldon. Um senhor que morreu aos 90 anos que tinha um olhar tranquilo e um sorriso encantador. Escreveu 18 romances, 250 roteiros para a televisão, seis peças para a Broadway e 25 filmes.

Dentre seus livros destaco O estrangulador, Doze mandamentos, Conte-me seus sonhos e Escrito nas estrelas. Sidney tinha um jeito todo especial de escrever, começa seus livros pelo final, tem uma narrativa simples que se faz entender.
Os livros te prendem de tal forma que você não consegue mais parar de ler. Eles têm uma pitada de suspense que nos deixam loucos para descobrir o que acontece na estória.
Sidney era um gênio da literatura, ele ainda chegou a dizer que não tinha capacidade de escrever sequer um livro, mas algumas ideias foram surgindo e acabou escrevendo seu primeiro livro A outra face.
Então, ele passou a dizer que adorava escrever livros, pois não havia colaboradores e ele podia escrever exatamente o que queria. "Ninguém sabe de onde vem a inspiração, eu acho que a criatividade é um dom. Nós devemos trabalhar muito para desenvolvê-la." Palavras do grande gênio.
Sidney viajava de uma tal forma na hora de escrever que parece que você faz parte da estória, parece que você convive com seus personagens há anos. Como em seu livro Conte-me seus sonhos que faz você se sentir no hospital onde Ashley está internada. Os finais dos livros nunca são os mesmos, você pode até presumir o que vai acontecer, mas suas narrativas são totalmente diferentes.

Se alguma coisa parece boa demais para ser verdade, então provavelmente é mesmo verdade. (S.S.)
Por: Nágila Lana


terça-feira, 11 de março de 2014

O espetáculo "Os Solitários" em nova apresentação

Esta semana está acontecendo na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) o II Colóquio dos Estudos da Linguagem e Literatura. O evento teve início dia 10 e irá até dia 12/03, com palestras, mesas redondas, comunicações e intervenções artísticas.
No encerramento do evento acontecerá a nova apresentação do espetáculo "Os Solitários", formado pelo grupo TUFAM.
O espetáculo é dividido em quatro cenas, "Uivantes", "Felicidade Clandestina", "O Diálogo da Carne" e "Um Olhar Distante", com temas desde solidão, isolamento, loucura e até a morte.
"Uivantes" é baseado no clássico de Emily Brontë e "Felicidade Clandestina" é baseado no conto de Clarice Lispector, já "Um Olhar Distante" e "Diálogo da Carne" são resultado de laboratórios de oficinas do grupo, de forma colaborativa.
Os Solitários levou cerca de cinco meses com ensaios, sendo essa sua segunda apresentação.

Evento gratuito. 

Por: André Luiz.

domingo, 9 de março de 2014

Rainha do Crime


Também conhecida como Duquesa da Morte, Agatha Christie foi uma romancista policial britânica mundialmente conhecida por suas inúmeras obras, contabiliza-se mais de 80 obras publicadas.


Dame Agatha Mary Clarissa Christie nasceu em 15 de setembro de 1890, na costa de Devon, na cidade de Torquay, sendo a terceira filha de um rico americano. Em 1896, a família Christie mudou-se para a França. Sua mãe decidiu que Agatha devia receber educação desde cedo e, com 14 anos de idade, ela já sabia ler e escrever, além de se destacar como cantora e pianista, a partir desta idade, Agatha recebeu aulas em casa com tutores e professores particulares.
Agatha começou a escrever The Mysterious Affair at Styles em 1916, e o livro foi publicado em 1920 pela editora Bodley Head, mas como nem tudo são flores, suas obras iniciais foram negadas por seis editoras. Agatha persistiu e o sucesso veio com a publicação de The Murder Of Roger Ackroyd, que vendeu 5.000 cópias. O livro causou polêmica, pois Agatha contrariou as regras dos romances policiais, iniciando seu estilo de romance. A partir daí, Agatha não parou mais de escrever. E em suas obras, usava como personagens principais Hercule Poirot, Miss Marple, Parker Pyne e Ariadne Oliver como detetives. Também usava o pseudônimo de Mary Westmacott.
Agatha Christie é mundialmente famosa e, ainda hoje, suas obras encantam os leitores de qualquer idade. Por ter o estilo "final surpresa", Agatha Christie e seus detetives prendem o leitor na história corrente. Vale a pena conferir seu legado, já que é facilmente encontrado em qualquer livraria.

Por: Hanna Coelho